quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Dica: Superior Tribunal de Justiça elimina consumo de copos plásticos descartáveis


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Tópico 01367

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai substituir os copos descartáveis de plástico por copos de vidro para uso de seus colaboradores. Além de economizar recursos públicos, a iniciativa pretende diminuir a quantidade de resíduos sólidos produzidos pelo tribunal.

Segundo a Assessoria de Gestão Socioambiental (AGS), o STJ disponibilizará copos de vidro para água. Para o consumo de café, os servidores devem trazer suas próprias canecas ou xícaras. Os copos descartáveis continuarão sendo oferecidos apenas em áreas de circulação de visitantes e usuários externos dos serviços do STJ.

Dados da AGS indicam que o tribunal consumiu em 2015 cerca de 4,4 milhões de copos descartáveis, o equivalente a dez toneladas. Em 2016, essa quantidade chegou a aproximadamente 3,6 milhões de unidades – uma redução superior a 17%.

De acordo com a AGS, o dinheiro gasto com copos descartáveis no período de quatro meses é suficiente para comprar 5 mil copos de vidro, que são itens duráveis e reutilizáveis.




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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Dados do BIOTA embasam norma para restauração ambiental no Estado de São Paulo


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01366

Com base em dados científicos produzidos no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP, a Secretaria de Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo publicou, em 18 de janeiro, a Resolução SMA Nº 7. Este é o 17º instrumento legal, entre leis, decretos e resoluções, que cita nominalmente o Programa.

A norma estabelece critérios para a “compensação ambiental de áreas objeto de pedido de autorização para supressão de vegetação nativa, corte de árvores isoladas e para intervenções em Áreas de Preservação Permanente (APPs)” – regulamentando, no Estado de São Paulo, as diretrizes nacionais estabelecidas pela Lei de Proteção da Vegetação Nativa, denominada popularmente de Novo Código Florestal (Lei Nº 12.651, de 2012), e pela Lei da Mata Atlântica (Lei Nº 11.428, de 2006), além de legislações estaduais anteriores.

Os parâmetros da norma foram estabelecidos levando em conta os mapas “Áreas prioritárias para incremento da conectividade” e “Áreas prioritárias para restauração da vegetação nativa”, que fazem parte do livro “Diretrizes para Conservação e Restauração da Biodiversidade no Estado de São Paulo”.

A obra é resultado de um projeto apoiado pela FAPESP iniciado em 1999, que envolveu cerca de 200 pesquisadores de várias disciplinas e resultou num banco de dados com o inventário e a caracterização da biodiversidade do Estado de São Paulo, definindo os mecanismos para a sua conservação e restauração.

De acordo com a SMA, as compensações ambientais regradas pela nova resolução não poderão ser implantadas fora do Estado de São Paulo. “É uma estratégia para direcionar as compensações e restaurações florestais para áreas em que o estado identificou serem mais prioritárias no que diz respeito à segurança hídrica, biodiversidade e conectividade", informou o órgão por meio de sua assessoria de imprensa.

A resolução da SMA vem atender a uma demanda do novo Código Florestal, segundo o qual cada estado deveria implantar seu próprio Programa de Regularização Ambiental (PRA) para APPs, reservas legais (RL) e áreas de uso restrito (UR), definindo regras e procedimentos que os proprietários deverão seguir, por meio de decretos e instruções normativas.

Quando o novo Código Florestal foi aprovado, alguns procedimentos ficaram para ser regulamentados nos estados. Uma das questões em aberto era referente aos critérios que deveriam ser adotados para a compensação ambiental”, contou Ricardo Ribeiro Rodrigues, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP) e ex-coordenador do BIOTA.

A lei federal estabeleceu que todo imóvel rural deve manter uma determinada área com cobertura de vegetação nativa, a título de Reserva Legal. O porcentual pode variar de 20% a 80%, dependendo da região do país. A compensação ambiental pode ser necessária, por exemplo, para repor a RL quando ela já foi suprimida no passado ou quando o proprietário solicita aos órgãos ambientais autorização para a supressão de vegetação nativa (isolada ou não) em APP (Resolução SMA 7 de 18/1/2017).

A compensação ambiental também pode ser necessária quando obras de interesse público, como a construção de estradas ou usinas, dependerem de supressão de vegetação nativa ou de qualquer tipo de intervenção em APPs.

É comum em São Paulo, por exemplo, produtores de cana arrendarem terras antes usadas como pasto na pecuária, mas as árvores isoladas mantidas para sombreamento do gado atrapalham a mecanização da colheita. Nesse caso, eles precisam solicitar aos órgãos ambientais autorização para o corte dessas árvores isoladas, muitas vezes nas APPs, e são obrigados a fazer a compensação ambiental. Mas até agora nem técnicos, nem juízes ou promotores tinham uma regra clara sobre como deveria ser essa compensação. É uma demanda antiga que a resolução vem felizmente atender”, contou Rodrigues.


Regras definidas

O Programa de Regularização Ambiental (PRA) do Estado de São Paulo foi promulgado pelo governador Geraldo Alckmin em janeiro de 2016 e a Resolução SMA Nº 7 estabelece os critérios pelos quais ele deverá funcionar.

As regras da resolução são muito bem feitas e levam em consideração o grau de conservação da vegetação nativa que será suprimida e direciona as compensações para as áreas indicadas pelos mapas como de alta prioridade para conservação. Assim sendo, determina se a compensação que deverá ser feita será de 1,2 a 6 vezes maior que a área a ser desmatada. Nunca será inferior”, contou Rodrigues.

A compensação exigida pode chegar a ser 6 vezes maior nos casos que a vegetação suprimida encontra-se em “estágio médio de regeneração” e está classificada na categoria “Muito Alta Prioridade” no mapa “Áreas prioritárias para restauração da vegetação nativa”.

Já o corte de árvores isoladas pode exigir compensações que variam de 10 para 1 a 30 para 1, dependendo da localização e das espécies atingidas no corte. Por último, as compensações exigidas como contrapartida de intervenções em APPs podem variar de 1,2 a 2 vezes a área afetada, dependendo do local e do tipo de vegetação envolvidos.

Como explicou Carlos Alfredo Joly, professor do Instituto de Biologia (IB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e atual coordenador do BIOTA, a regulamentação é fruto de longas negociações entre membros da coordenação do Programa da FAPESP e representantes da SMA, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos e da Casa Civil.

A meta da comunidade científica, ainda segundo Joly, era criar condições para que as compensações ambientais pela vegetação suprimida em São Paulo fossem feitas dentro do próprio estado. O Código Florestal determina apenas que a compensação seja feita dentro do mesmo bioma.

Isso significa que, de acordo com o Código Florestal, um proprietário de terras em área de Mata Atlântica no Estado de São Paulo poderia compensar o corte da vegetação em áreas de Mata Atlântica no Nordeste ou no Mato Grosso, onde a terra é mais barata. Mas para São Paulo isso seria um desastre porque os serviços ambientais que aquela vegetação nativa nos presta – entre eles a proteção dos recursos hídricos, a manutenção da biodiversidade e das populações de polinizadores – seriam perdidos aqui”, comentou Joly.

Segundo Rodrigues, a nova resolução determina exatamente onde deverão ser feitas as compensações ambientais do Estado de São Paulo, dando prioridade para mananciais e áreas de vulnerabilidade de aquíferos. Considera ainda as áreas relevantes para manutenção e recuperação da conectividade entre fragmentos florestais visando à conservação da biodiversidade.

Não vamos conseguir preservar a água que está faltando em São Paulo restaurando floresta em Pernambuco, por exemplo. Essa resolução vai contribuir com um planejamento ambiental e agrícola do estado. Possibilita uma compensação inteligente e que realmente gere um efeito positivo, uma melhoria das paisagens, interligando os fragmentos existentes e ainda protegendo os recursos hídricos, o que está diretamente ligado com o provimento de serviços ambientais pela vegetação nativa, como polinização de culturas agrícolas, proteção de solo e água”, disse Rodrigues.

Políticas Públicas

O conhecimento científico sobre a biodiversidade do Estado de São Paulo gerado no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP já ajudou a embasar, ao todo, seis decretos estaduais e 11 resoluções de órgãos vinculados ao governo estadual.

Entre eles há medidas voltadas a reduzir os impactos ambientais causados pelo setor de mineração, auxiliar o zoneamento agroambiental para o setor sucroalcooleiro e subsidiar ações de planejamento, fiscalização e recuperação da biodiversidade pela SMA.

Esta nova resolução recentemente publicada é mais um fruto do esforço que o BIOTA vem fazendo já há alguns anos no sentido de usar o conhecimento científico para sustentar políticas públicas. O BIOTA teve um investimento grande de recursos da FAPESP para caracterização da biodiversidade em todos os seus níveis e tentamos justificar o uso do dinheiro público gerando conhecimentos que beneficiem a toda a sociedade”, disse o professor da Esalq-USP.

Na avaliação do presidente da FAPESP, José Goldemberg, tal situação demonstra “maturidade do poder público no Estado de São Paulo. Os formuladores de políticas públicas estão cientes de que a ciência não é algo que os cientistas fazem apenas para sua própria diversão e sim tem consequências práticas muito importantes. Vale a pena prestar atenção no que os cientistas dizem”, afirmou.




Veja também;






Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental Marcelo Gil.


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

FAPESP e Finep apoiarão pesquisas para superar os desafios tecnológicos na agropecuária


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01365

A FAPESP e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) anunciam o lançamento de uma chamada de propostas de pesquisas voltada ao setor agropecuário. O objetivo é apoiar o desenvolvimento de aplicativos com a finalidade de inovar procedimentos para aumento da produtividade e da eficiência do setor.

As propostas serão recebidas até 20 de abril de 2017.

Os desafios e temas da chamada de proposta foram propostos pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Entre os desafios tecnológicos listados pela chamada estão manejo integrado de pragas e de doenças; previsão de falhas e densidade de plantio em culturas; previsão de safra; determinação de perdas por causas infecciosas em rebanhos. previsão de consumo animal e relação com desempenho (inclusive para peixes); levantamento das feições erosivas por meio da análise de imagens de satélites; e gestão financeira da propriedade.

Outros temas de interesse são “Campo Sustentável – agricultura em harmonia com o meio ambiente”, “Atenção ao pequeno agricultor e agricultura familiar” e “São Paulo como centro da produção do conhecimento”.

A seleção pública dá continuidade à colaboração entre a FAPESP e a Finep e apoiará projetos de pesquisa de empresas paulistas, por meio da concessão de recursos do Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas (PAPPE), do MCTI/FINEP/FNDCT, e de recursos orçamentários da FAPESP.

Serão apoiados projetos de desenvolvimento industrial e comercial de produtos ou serviços inovadores resultantes de pesquisas anteriores apoiadas pelo programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) Fases 1 e 2; ou que não tenham participado de fases anteriores do Programa PIPE; ou resultantes de recursos próprios da empresa ou de outras fontes.

Os recursos alocados para financiamento da chamada são da ordem de R$ 15 milhões, sendo 50% com recursos da Finep e 50% com recursos da FAPESP. Esses recursos podem não ser inteiramente executados em razão da análise de mérito das propostas apresentadas.

No mínimo 40% dos recursos alocados serão disponibilizados para empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões. A chamada está aberta a microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas empresas e médias empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo e constituídas, no mínimo, doze meses antes ao lançamento do edital.

A seleção dos temas

De acordo com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, a proximidade com o produtor rural do Estado de São Paulo permitiu, por meio dos institutos de pesquisa vinculados à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Coordenadoria de Defesa Agropecuária e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, o levantamento das demandas, baseadas nas necessidades reais dos produtores.

Para o secretário Arnaldo Jardim, o desenvolvimento de aplicativos voltados às questões propostas pode auxiliar e agilizar as tomadas de decisão por parte do produtor rural, seja na produção propriamente dita, seja na gestão e comercialização de seus produtos.

Na gestão da propriedade é onde temos as maiores deficiências dos nossos produtores. Apesar da evolução da agropecuária e da vanguarda do Brasil na área, muitas vezes os produtores rurais não veem suas propriedades como negócio, como uma empresa. A ideia é que esses aplicativos subsidiem o agricultor com informações importantes para o planejamento e crescimento de seu negócio”, diz.

Segundo Jardim, as informações geradas pelos aplicativos e a finalidade de gestão de alguns deles poderão melhorar e agilizar as tomadas de decisão no campo, resultando no aumento da produtividade e melhora de renda.

No caso da previsão de safra, por exemplo, já existe software capaz de estimar a safra citrícola por meio de imagens via satélite. É possível fazer isso para outras culturas, como cana-de-açúcar, por exemplo. Também é possível levar essa tecnologia para identificar questões sanitárias nas lavouras, facilitando o manejo e o trato cultural”, afirma o secretário, lembrando que já existem no mercado, por exemplo, aplicativos que ajudam o pecuarista a escolher os melhores suplementos para a criação de bovinos, analisando o custo benefício dos produtos.

"Isso, sem dúvida, é uma ferramenta que auxilia os pequenos, médios e grandes produtores de gado. O mesmo pode ocorrer para todas as culturas agrícolas. A chamada abre um leque de possibilidades e de fomento a tecnologias que, com certeza, ajudarão na assistência técnica ao produtor”, finaliza.

A expectativa também é que sejam desenvolvidos aplicativos que facilitem a utilização de técnicas sustentáveis no campo e que ajudem o agricultor familiar a melhorar o desenvolvimento de sua propriedade.




Veja também;






Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental Marcelo Gil.


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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Presidente do STJ, ministra Laurita Vaz, participa de plantio de árvores no Bosque dos Tribunais


Na foto a ministra Laurita Vaz, plantando uma árvore nativa do
cerrado no Bosque dos Tribunais. Divulgação: STJ.

Tópico 01364

A presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz, participou nesta quarta-feira (8) da solenidade de plantio de 700 mudas de árvores no Parque Bosque dos Tribunais. O evento faz parte de iniciativas relacionadas ao termo de cooperação técnica em questões socioambientais assinado pelos tribunais superiores em 2016.

O Parque Bosque dos Tribunais compõe área de 588 mil metros quadrados, divididos em cinco glebas distintas e adjacentes aos tribunais superiores. O plantio aconteceu em uma das áreas de responsabilidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Das 700 novas mudas, 600 foram doadas pela Novacap e 100 pela OAB-DF. Todas as árvores são nativas do cerrado, como pequizeiros, angicos, landins e pombeiros.

Além da ministra Laurita Vaz, participaram da cerimônia o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg; o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes; o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra Martins Filho; e a vice-presidente da OAB-DF, Daniela Teixeira. Cada um plantou uma muda.

É com muita satisfação que vejo o engajamento dos nossos vizinhos – o TSE e o TST –  na gestão compartilhada desta área tão nobre que, afinal de contas, é adjacente à Praça dos Três Poderes e tem grande potencial de uso pela população de Brasília”, disse a presidente do STJ.


Ciclovia e praça

Laurita Vaz também agradeceu o apoio do Governo do Distrito Federal e da OAB-DF e aproveitou a oportunidade para fazer um apelo ao governador para implementar infraestrutura na região.

Ainda precisamos de auxílio para a implementação das melhorias necessárias, como, por exemplo, a pista de caminhada e o projeto de expansão da malha cicloviária, tão necessária para os inúmeros servidores que já vêm trabalhar de bicicleta, mesmo com trechos ainda sem calçadas, como é o caso da via que passa ao lado da embaixada dos Estados Unidos”, disse a presidente.

O ministro Ives Gandra solicitou, ainda, que o governo faça a troca da placa da Praça dos Tribunais, localizada no Setor de Autarquias Sul, para a área onde hoje estão localizados os tribunais superiores.

Segundo o ministro, seria mais adequado que a área recebesse o título de Praça dos Tribunais, pois, além das sedes do STJ, TSE e TST se encontrarem ali, também já está prevista a mudança da sede do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (em construção) e do Superior Tribunal Militar.

Rodrigo Rollemberg disse ver com muita simpatia essas solicitações e se comprometeu a fazer a mudança da Praça dos Tribunais. Ele recebeu (e assinou) um ofício com a solicitação da expansão da malha cicloviária e do aumento da frota de bicicletas públicas na região.

A ministra do STJ Regina Helena Costa também prestigiou o evento.




Veja também;








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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Prefeitura de Guarujá adere ao Programa Cidades Sustentáveis


Imagem meramente ilustrativa

Tópico 01363

A Prefeitura de Guarujá-SP aderiu neste mês de janeiro, ao Programa Cidades Sustentáveis. O chefe do Executivo assinou a carta-compromisso, confirmando o engajamento do Município com o desenvolvimento sustentável nas dimensões social, ambiental e ética.

Com a adesão, a Administração Municipal se compromete a elaborar um diagnóstico do Município a partir dos indicadores do Programa Cidades Sustentáveis, além de um plano de metas para os quatro anos de gestão. Para mobilizar e organizar os levantamentos envolvendo os diversos setores, a Prefeitura conta com uma equipe composta por representantes das secretarias de Coordenação Governamental e Planejamento e Gestão. 

A sustentabilidade é uma construção coletiva, onde cada agente tem o seu papel e sua responsabilidade. Ainda é necessária uma mudança de costume”, afirmou o diretor de Monitoramento e Avaliação de Gestão da Prefeitura.

As cidades têm à sua disposição um espaço virtual no portal do programa para apresentar o diagnóstico do Município, o plano de metas e divulgar as boas práticas.

Este observatório cumpre uma dupla função: é fonte de informação e engajamento, gestão e tomada de decisão da Administração Pública, assim como transparência, acompanhamento e fiscalização para toda a sociedade.

Entre os indicadores em destaque estão Ação Local para Saúde; Bens Naturais Comuns; Consumo Responsável e Opção de Estilo de Vida; Cultura para Sustentabilidade; Do local para o Global; Economia Local, Dinâmica, Criativa e Sustentável; Educação para Sustentabilidade e Qualidade de Vida; Equidade, Justiça Social e Cultura de Paz; Gestão Local para Sustentabilidade; Governança; Melhor Mobilidade, Menos Trafego e Planejamento e Desenho Urbano.

O primeiro encontro das prefeituras signatárias do programa (gestão 2017/2020) acontece no dia 15 de fevereiro, em São Paulo.




Veja também;






Fonte: Prefeitura Municipal de Guarujá-SP.

Tópico elaborado e publicado pelo Gestor Ambiental Marcelo Gil.


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Gestor Marcelo Gil e Família desejam à todos um Feliz Natal e um Feliz e Próspero Ano de 2017


Cartão de Natal


Estimadas Amigas e Amigos,

Desejo à todos, de coração, um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo repleto de muitas Alegrias, Amor, Luz e Paz.
Que possamos sempre nos lembrar do verdadeiro significado desta data, do nascimento de JESUS, um homem que com seu sacrifício, dividiu a história do mundo em antes (a.c) e depois (d.c), do seu nascimento.
Independente da nossa crença ser tão pessoal e merecedora de todo respeito, temos de concordar que vivemos no ano de 2016 da era cristã.
Que a história de Jesus, possa ser lembrada sempre como motivação para sermos melhores para nós mesmos e para todos aqueles que nos rodeiam, ainda que possamos preferir silênciar em muitas ocasiões em benefício do bem comum.
Que Deus em sua infinita bondade e poder, abençoe todos também, em 2017, com a realização dos seus bons sonhos, ideais, com grandes vitórias, prosperidade e saúde, é o que lhes desejamos de coração.
Forte abraço de quem lhes estima com carinho, respeito e admiração,




MARCELO GIL 
Gestor Ambiental
Idealizador do Blog Gestão Ambiental da Universidade Católica de Santos


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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Exemplo: Comarca de Presidente Venceslau é vencedora do ‘TJ Sustentável 2016’


Imagem ilustrativa. Divulgação: Tribunal de Justiça de São Paulo

Tópico 01361

A Comarca de Presidente Venceslau foi a vencedora do game TJ Sustentável 2016. O esforço e a colaboração dos magistrados e servidores resultou em uma média de economia mensal de 57% em água, 29% em energia, 12% em telefonia e 54% em descartáveis, ao longo do período do jogo (maio a novembro). Em segundo lugar ficou a Comarca de General Salgado e em terceiro, Piquete.

Confira a pontuação dos três primeiros colocados:

- Presidente Venceslau: 4.087pontos;

- General Salgado: 3.976 pontos;

- Piquete: 3.719 pontos.


No início do ano próximo ano, o presidente do TJSP, desembargador Paulo Dimas, irá pessoalmente até a comarca vencedora para entregar o “Selo Verde 2016” e sortear as bicicletas doadas pelas instituições parceiras (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo e Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de São Paulo). São dez bicicletas para sorteio entre os funcionários de Presidente Venceslau, seis para General Salgado e quatro para Piquete.


Resultados

O jogo contou com a participação de 339 unidades, entre fóruns da Capital e comarcas. Com o esforço de todos, o Judiciário paulista economizou cerca de:

- 5,1 milhões de kWh;

- R$ 481 mil em contas de telefone;

- 2,4 milhões de copos descartáveis.


Para o cálculo, foi utilizada como base a média de consumo de cada unidade nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2015.

A redução no consumo de água é um ponto que desafia alguns fóruns participantes, tanto que, na somatória do consumo de todas as comarcas, não houve economia. Nos anos anteriores, em razão da crise hídrica, as administrações já haviam adotado medidas que reduziram muito o uso de água. Em 2015, somente com os prédios da Capital o Tribunal de Justiça de São Paulo economizou 58 mil m³ de água e deixou de gastar R$ 1,1 milhão.


Jogo virtual

O objetivo do TJ Sustentável foi a conservação de recursos naturais e bens públicos e estimular o consumo consciente. De abril a novembro, comarcas de todo o Estado participaram criando formas de economizar e empreendendo campanhas de conscientização.

O jogo funciona da seguinte forma: os dados de consumo dos prédios eram inseridos no hotsite do projeto, que mostrava o desempenho de cada unidade e o ranking de classificação. Cada uma tinha sua “árvore virtual”, que ficava mais seca ou mais frondosa de acordo com os resultados de economia alcançados, transformados em pontos.




Veja também;






Fonte: Tribunal de Justiça de São Paulo.

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Fapesp e Comunidade Europeia anunciam aprovação de projeto de pesquisa voltado à produção de biocombustíveis avançados


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Tópico 01360

A FAPESP e a Comunidade Europeia – no âmbito do programa Horizon 2020 – anunciam a aprovação de projeto de pesquisa voltado à produção de biocombustíveis avançados.

O projeto BioValue – Valorização de Cadeia Produtiva descentralizada de biomassa visando à produção de biocombustíveis avançados: desenvolvimento e avaliação de rotas termoquímicas integradas à produção da biomassa (processo FAPESP 16/50403-2) – foi aprovado no âmbito da chamada de propostas conjunta da Comissão Europeia, FAPESP, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) e Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).

Coordenado pelo pesquisador Antonio Bonomi, do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) – que integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) – o projeto de pesquisa selecionado seguirá as normas do Programa FAPESP Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) e envolverá pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), do Instituto Agronômico (IAC), do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do Centro Universitário FEI (FEI), das universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), Pernambuco (UFPE), Viçosa (UFV), Uberlândia (UFU), de Santa Maria (UFSM) e de Itajubá (Unifei), do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), além de pesquisadores das empresas Petrobras, Embraer, Boeing, Fibria, Klabin e Valmet, que cofinanciarão a pesquisa.

Os objetivos da proposta BioValue são: desenvolvimento de novos sistemas agrícolas, considerando a diversificação de culturas e resíduos lignocelulósicos para a produção de biocombustíveis; logística e processos de conversão eficientes para as biomassas, incluindo as rotas bioquímicas e termoquímicas; avaliações integradas da sustentabilidade técnica, econômica, ambiental e social das cadeias de valor.

O projeto BioValue, proposto pelo consórcio brasileiro, está alinhado ao consórcio parceiro europeu – BECOOL, com 14 instituições envolvidas, beneficiando-se assim das sinergias e complementaridades, do know how e das experiências do Brasil e da Europa a respeito de biomassa e da produção de biocombustíveis lignocelulósico.

De acordo com Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, “a chamada coordenada com a Comissão Europeia permitiu associar grupos de pesquisa de cinco estados brasileiros e seis empresas com intensas atividades próprias de P&D para desenvolverem, em parceria com grupos europeus, ciência e tecnologia para a valorização de lignocelulose”.

Com a ajuda do Confap e graças à cooperação entre as fundações de amparo à pesquisa do Rio Grande do Sul (Fapergs), Minas Gerais (Fapemig), Rio de Janeiro (Faperj), Pernambuco (Facepe), FAPESP e MCTIC foi possível montar o financiamento para os grupos de pesquisa do Brasil envolvidos no projeto. É fundamental reconhecer o esforço dessas organizações para viabilizar a chamada coordenada com o programa europeu H2020 e o financiamento do projeto aprovado”, acrescentou.




Veja também;






Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Encontro de Gestores Municipais promovido pelo Ministério do Meio Ambiente orientou 200 gestores e técnicos de prefeituras de 22 cidades

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Tópico 01359

Nesta sexta-feira (9/12), 200 gestores e técnicos de prefeituras de 22 cidades das regiões Sul e Tocantina do Maranhão participaram do Encontro de Gestores Municipais, evento que faz parte do Programa Nacional de Capacitação, lançado pelo Ministério do Meio Ambiente. O encontro aconteceu em Imperatriz, a 630 Km da capital São Luís.

Como parte da programação, foi apresentado estudo de caso sobre a gestão ambiental em Campinas, São Paulo, pelo presidente da Associação Nacional dos Municípios e Meio Ambiente (ANAMMA). “Os municípios, principalmente os pequenos, carecem desse apoio técnico, desse intercâmbio de ideias e também da orientação sobre as políticas ambientais e de como implementá-las nos diferentes tipos de cidade”, afirmou.

João Borges, servidor do Ibama, abordou o tema licenciamento ambiental. Ele defendeu que o licenciamento tem grande importância para a sustentabilidade ambiental de um município. “É um instrumento nos permite fazer as coisas corretamente, evitando problemas futuros”, disse.

Uma oficina sobre captação de recursos, ministrada pela consultora Semíramis Biasoli, envolveu o público ao apontar fontes de recursos que podem ser acessadas pelos entes municipais, entre os quais emendas parlamentares, fundos, investimento social privado, organismos internacionais, programas governamentais. “Trouxemos possibilidades, mas também falamos sobre formulação de projetos, gargalos e potenciais que podem ser explorados pelas prefeituras”, afirmou.

Na avaliação do secretário de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Edson Duarte, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o lançamento do Programa Nacional de Capacitação de Gestores Municipais foi um sucesso. “A participação do público e os depoimentos que aqui ouvimos demonstram que este caminho adotado pelo MMA, sob a orientação do ministro Sarney Filho, para andarmos pelo Brasil e conversarmos com os dirigentes, é acertado”, disse.




Veja também;








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